A empresa que você contatou respeita a sua privacidade. Esta política explica, de forma clara, quais dados coletamos quando você preenche nossos formulários, para que os usamos e quais são os seus direitos.
Quem decide entrar em contato com você é a empresa cujo formulário você preencheu. É ela a controladora dos seus dados, e é ela que se identifica ao te procurar.
Essa empresa usa o Pulsar CRM para organizar o atendimento. O Pulsar é fornecido por 67.185.237 Marcos Vinicius Alves Correa Junior, CNPJ 67.185.237/0001-65, que atua como operador: guarda e processa os dados seguindo as instruções da empresa controladora, sem usá-los para finalidade própria e sem vendê-los a ninguém.
Na prática: para pedir acesso, correção ou exclusão, você pode falar com a empresa que te contatou ou escrever para o nosso Encarregado, no e-mail do item 7, e nós encaminhamos.
Coletamos apenas o necessário para entrar em contato e apresentar nossos produtos e serviços:
Não pedimos, no formulário, dados sensíveis nem documentos. Praticamos a minimização de dados: só coletamos o indispensável.
A base legal é o seu consentimento (art. 7, I da LGPD), que você pode retirar a qualquer momento.
Não vendemos seus dados. Eles podem ser compartilhados apenas com prestadores que viabilizam o serviço (por exemplo, plataforma de pagamento), somente se você avançar para uma venda, e sempre com obrigação de sigilo.
Quando a empresa manda e-mail para você pelo Pulsar, o envio passa por um provedor de e-mail, que recebe o seu endereço e a mensagem para entregá-la. Cada e-mail traz o link para não receber mais, e o pedido vale de forma permanente para aquela empresa: o seu endereço entra numa lista de bloqueio e não recebe de novo, mesmo que seja cadastrado outra vez. Endereço que devolve erro de entrega ou denúncia de spam entra na mesma lista.
Há um caso a mais, e só quando a empresa usa a PulsIA, a inteligência artificial do Pulsar. Para sugerir à empresa o próximo passo de um atendimento, ou para dizer a ela com quais atendimentos começar o dia, o Pulsar envia a um provedor de modelo de linguagem o seu primeiro nome, a etapa em que a conversa está, há quantos dias ela está parada e o valor estimado do negócio. Telefone, e-mail, endereço e observações não são enviados. O provedor é contratado em modalidade que o proíbe de usar esse conteúdo para treinar os próprios modelos, e a sugestão volta para uma pessoa da empresa decidir: nada é feito de forma automática com o seu dado.
Se a empresa pedir à PulsIA uma análise do atendimento, uma preparação antes de falar com você ou que ela preencha a sua ficha pela conversa, o texto das últimas mensagens daquela conversa é enviado ao mesmo provedor, para que ela devolva a quem atende o que pode ser melhorado, em que pé a conversa ficou e o que anotar no seu cadastro. No caso da ficha, vão junto só os nomes dos campos que a empresa usa, e nada é gravado sem uma pessoa da empresa conferir e confirmar. Nenhum arquivo é enviado: áudio, foto e documento aparecem apenas como uma marca de que existiram. Telefones e e-mails escritos dentro das mensagens são substituídos por uma marca antes do envio, e valem as mesmas condições acima: o provedor não usa esse conteúdo para treinar os próprios modelos, e o resultado vai para uma pessoa da empresa ler.
Se a empresa ligar a leitura da conversa, as últimas mensagens são enviadas ao mesmo provedor, nas mesmas condições, quando alguém da empresa abre a conversa, para a PulsIA dizer em que etapa do atendimento você parece estar. Nada muda sozinho: a sugestão vai para uma pessoa da empresa decidir. A empresa pode desligar essa leitura, e nesse caso nenhuma mensagem é enviada por ela.
O mesmo vale para o áudio que você envia pelo WhatsApp, se a empresa usar a transcrição: a gravação é enviada ao mesmo provedor para ser transformada em texto, e o texto fica guardado junto da conversa, para que a empresa leia em vez de ouvir. Cada áudio é enviado uma única vez. A empresa pode desligar essa transcrição, e nesse caso nenhum áudio é enviado.
Se a pessoa que atende você ligar a agenda dela ao Google, o compromisso marcado com você passa a aparecer também na agenda pessoal dela, numa agenda separada criada pelo Pulsar. Vai o que identifica o compromisso na rotina de quem atende: o título, a data, a hora, o local quando houver e o seu nome. Não vão o seu telefone, o seu e-mail nem valores. O Pulsar escreve nessa agenda e não lê a agenda de ninguém, e quem conectou pode desconectar quando quiser.
Mantemos os dados enquanto durar o interesse comercial. Se não houver venda e você não interagir mais, os dados de contato são descartados após o período necessário, ou antes, caso você solicite a exclusão.
Adotamos medidas técnicas e organizacionais para proteger seus dados: acesso restrito por conta, conexão criptografada (HTTPS) e controles de acesso internos. Apenas pessoas autorizadas acessam seus dados.
A equipe do Pulsar pode entrar na conta da sua empresa para te ajudar: tirar dúvida, configurar e corrigir problema. Ela usa esse acesso só para isso. O acesso do suporte vem ligado, e o gestor desliga ou religa quando quiser na tela de Suporte. Cada entrada fica registrada nessa mesma tela.
Nos termos do art. 18 da LGPD, você pode, a qualquer momento e gratuitamente:
Para exercer qualquer desses direitos, escreva para o nosso Encarregado de Dados (DPO): contato@pulsarcrm.com.br. Responderemos no menor prazo possível.
O formulário de captação usa apenas os recursos essenciais para funcionar. Não usamos cookies de rastreamento publicitário nesta página.
No site do Pulsar (as páginas de apresentação do produto) existe um cookie próprio, que dura 30 minutos e guarda apenas os parâmetros da campanha pela qual você chegou e a primeira página que abriu. Ele serve para sabermos qual anúncio trouxe cada cadastro. Não identifica você, não é compartilhado e não é usado em nenhuma página onde um formulário de cliente é preenchido.
Nessas páginas também contamos as visitas: quantas pessoas abriram cada página, por qual caminho chegaram (uma busca, uma rede social, um anúncio, outro site) e se foi pelo celular ou pelo computador, com o estado aproximado. É só uma contagem por dia: não usa cookie e não liga uma visita a você nem a outra visita sua. O endereço de internet serve apenas para barrar quem tenta inflar a conta, e é apagado em até um dia. A mesma contagem existe no formulário de cadastro do Pulsar, para sabermos quantas pessoas o abrem e por qual caminho vieram.
Nessas mesmas páginas usamos o Microsoft Clarity, da Microsoft, para entender como o site é usado: cliques, rolagem e movimento do mouse viram mapas de calor e gravações da navegação, que usamos para melhorar as páginas. Quando você chega, aparece um aviso. Se aceitar, o Clarity grava cookies para reconhecer as próximas visitas; se recusar ou não responder, ele mede cada página sem cookie e sem ligar uma visita à outra. Dá para mudar a escolha quando quiser pelo link Cookies, no rodapé. O Clarity não roda no sistema, no formulário de captação nem nas páginas de agendamento. A Microsoft trata esses dados conforme a declaração de privacidade dela.
Se você clicar em Aceitar no aviso, essas páginas também carregam o pixel da Meta (Facebook e Instagram) e a tag do Google, que usamos para medir e melhorar os anúncios do Pulsar. O mesmo aviso aparece nas páginas de criar conta e de entrar no Pulsar: ali nada disso carrega, e a escolha vale para o site e para o aviso à Meta descrito abaixo. Dentro do sistema, no formulário de captação e nas páginas de agendamento, eles nunca carregam. Eles gravam os cookies _fbp e _fbc (da Meta, por até 90 dias) e _gcl_au e _ga (do Google, por até 2 anos). Se você recusar, nada disso carrega. Guardamos a sua escolha num cookie nosso, pulsar_consentimento, por 1 ano.
Se você aceitou e depois cria uma conta ou paga a primeira assinatura do Pulsar, avisamos a Meta desse momento para ela saber qual anúncio funcionou. Vai só o seu e-mail embaralhado (em código que não se desfaz), os identificadores do clique no anúncio e, quando você cria a conta, o tipo de navegador; nunca o seu nome, o seu telefone ou qualquer dado do seu negócio ou dos seus clientes. Para isso, a sua conta guarda quem aceitou, a data e esses identificadores. Dá para mudar a escolha quando quiser pelo link Cookies, no rodapé do site: a partir dali o site não carrega mais esses pixels, e na próxima vez que você entrar no Pulsar a marca de aceite sai da sua conta e os pagamentos deixam de ser avisados. A Meta e o Google tratam esses dados conforme as políticas deles: da Meta e do Google.
As seções acima falam com quem preenche um formulário de uma empresa que usa o Pulsar. Nesses dados, quem decide é a empresa (controladora) e o Pulsar apenas guarda e processa por ordem dela (operador).
Há um segundo conjunto de dados, e nele o papel se inverte. Para abrir e manter a conta, o Pulsar coleta de quem contrata: nome, e-mail, senha e WhatsApp; CPF ou CNPJ, exigido para emitir a cobrança; os registros de uso da plataforma (data de acesso, plano, pagamentos); a campanha e a página do site pela qual o cadastro chegou; o ramo indicado pelo modelo de funil escolhido; e, em cada acesso, a cidade aproximada (obtida pelo endereço IP, sem geolocalização do aparelho) e o tipo de dispositivo e navegador. Quando o cadastro é feito com CNPJ, o Pulsar consulta os dados públicos da empresa na base da Receita Federal (razão social, atividade, cidade, porte e data de abertura) e os guarda junto da conta. Desses dados o Pulsar é ocontrolador.
Podemos atualizar esta política para refletir melhorias ou mudanças na lei. A data de vigência acima indica a versão atual. Mudanças relevantes serão comunicadas pelos nossos canais.
A extensão do Pulsar para o WhatsApp Web tem uma política própria, porque o que ela acessa no seu navegador é diferente: Política de Privacidade da extensão.
Pulsar CRM · Encarregado de Dados (DPO): contato@pulsarcrm.com.br